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Novas Regras de ICMS para o E-commerce será votada na próxima semana. 
As novas regras que incidem na distribuição do ICMS sobre mercadorias adquiridas em sites de comércio eletrônico já estão prontas para serem votadas nesta quarta-feira (25) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), segundo informações divulgadas pela Agência Câmara de Notícias.
O líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), disse no parecer que elaborou a proposta de emenda à Constituição (PEC) que no caso de uma alíquota média de 17% a partilha deverá ser de 7% para os chamados estados de origem, onde localizam-se as principais empresas de e-commerce, e 10% para os estados compradores, que alegam ser prejudicados com a atual distribuição do ICMS.

No entanto, as novas regras serão aplicadas apenas em transações das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste em operações com os demais estados da federação. Calheiros defende que a regra vigente é injusta e permite que os estados no Sul e no Sudeste retenham todo o valor do ICMS. “A fórmula constitucional atual permite tal anomalia, ao determinar a incidência da alíquota interna, geralmente elevada, em operações envolvendo mercadorias destinadas a compradores não contribuintes do imposto e localizados em outro estado”, explica Calheiros.

Embora não existam dados consistentes sobre a participação de cada estado brasileiro no comércio eletrônico, os senadores acreditam que as informações coletadas pela equipe técnica do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que considera as vendas interestaduais a quem não é contribuinte do ICMS, são suficientes para determinar como está sendo partilhado o valor resultante do imposto entre os estados.

Segundo a análise do Confaz, em janeiro de 2012 o estado de São Paulo foi a unidade da federação com maior superávit no comércio interestadual (R$ 242 milhões), seguido por Santa Catarina (R$ 55,3 milhões); Rio de Janeiro (R$ 45,8 milhões); Goiás (R$ 40,5 milhões); Tocantins (R$ 5,6 milhões) e Espírito Santo (R$ 2,9 milhões), enquanto Bahia (R$ 68,01 milhões); Distrito Federal (R$ 67,6 milhões); Minas Gerais (R$ 63,3 milhões); Pará (R$ 33,8 milhões); Pernambuco (R$ 29,6 milhões); Mato Grosso; Rio Grande do Norte e Maranhão (cerca de R$ 20 milhões cada) apresentaram o maior déficit na balança.

Amazon pode mudar cara do e-commerce brasileiro.
Se replicar no Brasil seu modelo de operação, gigante do varejo dará injeção de competência no mercado local. Para isso, terá de vencer desafios domésticos
São Paulo — No prazo de duas semanas, a Amazon decidirá, afinal, quando inicia sua operação de e-commerce a partir do Brasil. É quase certo que seja escolhida uma data do segundo semestre deste ano. A decisão tem tudo para estabelecer um marco no mercado local, bastando para isso que a gigante do varejo eletrônico replique aqui o modelo de negócios criado nos Estados Unidos em 1994 e exportado para as outras nove nações onde a empresa mantém operação direta: Áustria, Canadá, China, França, Alemanha, Itália, Japão, Espanha e Grã-Bretanha.
Quem duvidar do peso que a gigante pode vir a exercer aqui, pode dirimir a cisma a partir da seguinte comparação: em 2011, a Amazon faturou, em vendas para 137 milhões de clientes em todo o planeta, 48 bilhões de dólares, o equivalente a 88 bilhões de reais; no mesmo ano, todo o e-commerce brasileiro movimentou apenas 18,7 bilhões de reais. Além de números, a empresa exibe como marcas agilidade na entrega e no atendimento ao cliente – calcanhares de Aquiles dos serviços nacionais. "Se você construir uma boa experiência, os consumidores irão comentar sobre o serviço. O boca a boca é muito poderoso", disse certa vez Jeff Bezos, fundador e CEO da Amazon.
"O modelo de operação bem-sucedido da Amazon se apoia em três pilares", diz Ludovino Lopes, presidente da Câmara Brasileira de E-commerce. "Automação em grande escala dos centros de distribuição de produtos, parcerias muito bem amarradas com empresas transportadoras que fazem entregas ágeis e confiáveis e utilização de canais eletrônicos de atendimento aos clientes." A fórmula foi bem-sucedida lá fora. Resta saber em que medida a Amazon vai repetir o modelo no Brasil – e em que medida vai esbarrar em obstáculos ou características típicas do país, como gargalos de infraestrutura e preferências do consumidor.
Atualmente, a Amazon opera com 50 armazéns de produtos, espalhados entre os continentes americano, europeu e asiático: desses estoques gigantescos são enviados os itens adquiridos por consumidores em qualquer parte do globo. Cada um desses "fulfillment centers", como são chamados, conta com um nível elevado de automação. Esqueça, portanto, a ideia de homens guiando carrinhos velozes em grandes corredores em busca de itens estocados nas prateleiras.
Segundo Alberto Luiz Albertin, coordenador do Centro de Tecnologia de Informática Aplicada da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a automação dos centros de distribuição da Amazon chega a 100%; a média brasileira é de 60% – o que ajuda, em parte, a entender os recorrentes problemas que assolam o e-commerce nacional e perturbam consumidores. Os armazéns contam com esteiras, classificadores, dispensadores, robôs e transelevadores automatizados. "Isso acelera o trabalho e minimiza erros", diz Edson Carrillo. O sistema, aliado a equipes de até 1.000 funcionários, permite a cada um dos centros de distribuição despachar aproximadamente 600.000 peças por dia.
A primeira dúvida é: a Amazon replicará integralmente esse modelo no Brasil? Os especialistas dizem que isso custará caro, muito caro. De acordo com Carrillo, automatizar um centro de distribuição no Brasil pode custar 30% a mais do que nos Estados Unidos devido ao preço salgado cobrado por aqui pelos equipamentos necessários. Se lá, segundo estimativas, um armazém de grande dimensões sai por aproximadamente 150 milhões de dólares, por aqui, não ficaria de pé por menos de 195 milhões – ou 356 milhões de reais.
Se os armazéns são o coração da Amazon e de seus concorrentes, o serviço de entrega de produtos é seu sistema vascular. O americano Richard L. Brandt, autor do livro Nos Bastidores da Amazon – O Jeito Jeff Bezos de Revolucionar Mercados Com Apenas Um Clique, que dissecou os métodos da empresa, diz que boa parte do sucesso da companhia se deve à obsessão de seu criador em construir e manter um circuito de entrega ágil e competente.
Para isso, selou um acordo com a UPS, uma das gigantes de logística de transporte nos Estados Unidos, para garantir rapidez e eficácia – e sossego para os clientes. Através de um sistema integrado a seu centro de logística, a companhia rastreia a trajetória de cada compra e consegue informar, em tempo real, sua posição. Coincidência ou não, a UPS anunciou recentemente a expansão de sua atividade no Brasil. "Oito novos centros operacionais foram inaugurados, triplicando a rede doméstica da empresa em grandes cidades e atendendo a 47% do PIB com estrutura própria", explica Nadir Moreno, presidente da UPS no Brasil. A empresa não confirma (nem desmente) a hipótese de que a expansão de sua atividade esteja relacionada à chegada da Amazon ao país.
É provável, contudo, que a Amazon tenha de recorrer a outras transportadoras no Brasil. Nesse caso, a qualidade do serviço pode variar. Esta é a segunda variável na equação de sucesso ou fracasso da empresa no país. Rastreamento de entregas não é segredo no Brasil entre as grandes transportadoras. Mas o mesmo não acontece entre as menores. Para Fernando Di Giorgi, fundador da Uniconsult Sistemas, empresa do segmento de back-office para e-commerce, esse será um dos gargalos com o qual a Amazon se defrontará.
"Quando a demanda cresce, as grandes transportadoras são obrigadas a terceirizar suas entregas e, consequentemente, perdem o controle sobre os produtos em trânsito, pois as pequenas não oferecem tal recurso", diz o analista. Surgem, então, situações em que nem o consumidor nem a varejista consegue localizar o produto em questão. "Esse é o círculo vicioso testemunhado pelos consumidores e uma realidade que a Amazon terá de encarar em sua primeira incursão em um país emergente."
A ideia da automação de estoques também foi adaptada ao atendimento ao cliente. Atualmente, cerca de 90% das ocorrências pré e pós-vendas da Amazon são resolvidas por meios eletrônicos, via chat, e-mail ou serviço de perguntas e respostas (FAQ). Somente 10% dos casos são encaminhados para o call center, onde um atendente de fato conversa com o consumidor. "Bezos não gosta de atendimento telefônico. Ele é obrigado a manter essa estrutura, mas reconhece que seu resultado não é efetivo. Ele se concetrou no desenvolvimento de sistema eletrônico, que hoje é sempre muito bem avaliado", diz Richard L. Brandt, autor do livro One Click.
Eis, enfim, a terceira incógnita acerca da chegada da Amazon. No Brasil, mais de 50% dos usuários ainda buscam os call centers como primeira opção na hora de resolver um problema relativo a suas compras on-line, segundo levantamento da 3CORP, empresa que desenvolve plataformas SAC (serviço de atendimento ao consumidor) em parceria com a Alcatel-Lucent. E-mails e chats são preferidos por menos de 20% dos consumidores brasileiros. Nos Estados Unidos, a Amazon acumula dois prêmios de excelência no atendimento ao cliente. Terá de suar a camisa para repetir o êxito por aqui. Mas a gigante de Jeff Bezos tem tudo para fazê-lo.
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Fonte: Exame
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Qual é o futuro das vendas no atacado com o eCommerce B2B? 
Confira um serviço que  oferece uma série de vantagens e que é ainda desconhecido por industrias e distribuidoras
Em uma operação atacadista, seja de indústria ou exclusivamente distribuição, a qualidade e eficiência da operação de venda está umbilicalmente ligada à qualidade e eficiência da cadeia de suprimentos; sendo que o inverso também é verdadeiro, um suprimento qualificado e eficiente melhora muito a qualidade da venda.
Outras constantes nas operações atacadistas são a complexidade, as deficiências e o alto custo das estruturas de venda tradicionais. Uma solução inovadora, abrangente e de baixo custo de operação é o uso da operação de e-commerce B2B (Business to Business) complementado ou substituindo a estrutura tradicional de vendas.
Em uma estrutura tradicional de distribuição atacadista os problemas mais comuns são: o alto custo da estrutura, seja em recursos humanos ou despesas como locomoção, viagens, hospedagens e outras; abrangência ao mercado limitada à estrutura física da equipe e/ou à viabilidade econômica do custo da venda, considerados os fatores: margem do produto, porte do cliente e distâncias. Ou seja, os fatores citados e diversos outros não citados, conspiram para que boa parte do mercado potencial não seja alcançado pela estrutura de vendas tradicional, provavelmente um mercado mais pulverizado, mas cuja somatória em muitos casos é maior que o próprio mercado e que a estrutura tradicional de vendas consegue atingir.
Discrepâncias na qualidade do atendimento, nos setores onde a estrutura de atendimento é eficaz e comprometida, o atendimento é a satisfação dos clientes e, consequentemente, os resultados são bons. Já onde a qualidade da estrutura e o comprometimento não são bons o inverso acontece, com os resultados não sendo os ideais. Há dependência de variáveis difíceis de controlar.
Com comunicação com o cliente não é feita diretamente pela empresa, mas por um intermediador que muitas vezes, na pratica, é o único ou o principal elo com a empresa. Inclusive em alguns casos com o risco deste relacionamento ser colocado à serviço de algum concorrente.
Nas estruturas tradicionais de vendas a tendência é que sejam oferecidos e vendidos as comodities e os hits, pois geram valores de vendas maiores e mais rapidamente, mas nem sempre são os produtos que geram maior margem para a empresa ou aqueles que ela está mais interessada em alavancar as vendas. Um subproduto desta situação é que, em muitos casos, o cliente simplesmente desconhece o potencial de vendas dos produtos não oferecidos ou até mesmo desconhece os produtos B2B.
As possibilidades de vantagens da distribuição por e-commerce B2B são cada vez maiores, como por exemplo: o custo da operação online tende a ser uma fração do custo da operação tradicional; o atendimento 24 horas por dia ao cliente, todos os dias da semana; a tendência a aumentar as reposições, pois passam a ser feitas a qualquer momento e por iniciativa do cliente e não apenas quando o cliente recebe uma visita ou um contato da estrutura de vendas tradicional; a abrangência da operação a todo o mercado potencial sem limitações para atingir qualquer cliente de qualquer perfil ou potencial; e capturar novos clientes que podem se cadastrar automaticamente, dentro de regras de credito e fornecimento segmentadas, inclusive aprovações e limites definidos pela empresa distribuidora
Citei algumas vantagens e facilidades para a empresa, mas na minha concepção o modelo de e-commerce B2B tem dois aspectos que são muito inovadores e que tendem a influenciar diretamente as operações de distribuição no futuro: (1) a possibilidade de ter um canal de comunicação com os clientes com forte penetração; (2) e a aceitação, principalmente para uso do marketing digital. Alguns exemplos são as campanhas de incentivo, os lançamentos de produtos, os tutoriais digitais, a TV sobre IP empresarial, as comunidades de relacionamento. Na comunicação digital e interativa com os clientes, a imaginação e criatividade são o limite. É a empresa falando diretamente com o cliente,  sem intermediários.
A segunda grande inovação são as possibilidades na logística de suprimentos e gestão, considerado que o sistema online opera interligado aos demais sistemas da empresa, em especial o ERP (Enterprise Resource Planning).
Esta realidade permite que, simultaneamente, a empresa B2B distribuidora esteja com a operação comercial tendo sua demanda absorvida pela gestão do Supply Chain, praticamente em tempo real, promovendo ajustes muito mais rápidos na gestão de suprimentos. Inclusive é possível trabalhar com a disponibilidade além do estoque disponível, também com o planejamento de produção. Neste caso, enquanto houver estoque o site B2B disponibiliza para entrega imediata. Caso acabe o estoque o sistema automaticamente busca a próxima produção do produto e aumenta o prazo de entrega conforme o lead time do planejamento de produção. Observe que esta funcionalidade permite realmente trabalhar com estoque zero.
Outra possibilidade é a empresa distribuidora integrar o seu site por web service com os fornecedores ou com seus distribuidores, sendo que neste último caso passa a conhecer a demanda e ter a possibilidade de administrar e maximizar a qualidade do suprimento do seu revendedor.
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Fonte: CIO
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Entrega Grátis = Aumento na receita da sua loja virtual ?
O consumidor consegue encontrar o produto que deseja, com preço que ele considera justo, a venda está praticamente realizada. Porém para aquelas lojas online onde se faz necessário selecionar a forma de entrega e o valor correspondente, esta acabou de criar uma barreira que normalmente veta metade da possibilidade da concretização da venda. Muitos consumidores preferem comprar em lojas físicas para não ter que arcar com o custo do frete ou procurar outros estabelecimentos que ofereçam a entrega gratuita.
Com a entrada da classe D e E no grupo de possíveis compradores de produtos  nas loja virtuais, o valor da entrega por muitas vezes chega a ser 20% do valor de pedido baixos, e por ser uma classe não abastada todo centavo conta na hora de finalizar o pedido.  Criar formas para que seus consumidores não se preocupem com o valor da entrega no momento de finalizar o processo de compra, automaticamente estaremos extinguindo uma barreira e criando um diferencial positivo e estimulante para alavancar mais vendas. A forma de entrega gratuita é um fator decisivo para conclusão de vendas, logo se faz necessário amplificar esse fator.
Conforme um estudo realizado pela Compete Online Shopper, algumas informações sobre o que pensam os consumidores de uma forma geral sobre a entrega:
  • 93% dos consultados sinalizaram que frete gratuito incentiva a compra online
  • 67% dos consumidores afirmam comprar os produtos em loja física para economizar o frete
  • Custo elevado de frete foi apontando como uma das principais razões pela insatisfação da experiência de compra
Algumas práticas de mercados são, 
  • criar parceira com fornecedores para que estes subsidiem parte do frete
  • de alguma forma o próprio lojista subsidiar por completo o frete, visto que exponencialmente suas vendas devem crescer criando assim um lucro maior ao final do processo, que irá cobrir os gastos com as entregas. 
  • tentar praticar o menor frete possível e ou ainda um valor fixo. Dessa forma poderemos sinalizar o valor da entrega antes mesmo da intenção de compra ser iniciada, criando assim um facilitador mental para o consumidor.
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Duelo no “Dia do Frete Grátis”
Dia 12 de abril os consumidores brasileiros  vão presenciar mais um duelo no e-commerce brasileiro, o  “Dia do Frete Grátis”.
Innspirado no “Free Shipping Day” que ocorre nos Estados Unidos – deve contar com alguns pesos-pesados do e-commerce brasileiro, como Submarino, Shoptime, Americanas, Dafiti, Casas Bahia, Extra, Fnac e Netshoes.
“O frete é um fator decisivo para a compra do consumidor brasileiro na internet porque muitas pessoas desistem da compra quando verificam o custo da entrega”.
Para participar da data promocional, os varejistas brasileiros devem assumir o compromisso de entregar as mercadorias gratuitamente em qualquer região do país. Com essa ação acreditamos que os comerciantes devem registrar um incremento de 20% nas vendas quando comparado a um dia normal.
Para oferecer condições de frete grátis sem prejudicar a sua margem de lucro é importante ter uma logística bem
desenhada e utilizar bons recursos para manter o custo reduzido.
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Tenha Clientes e não usuários para sua loja virtual
Vamos realizar um exercício de transposição de conceito virtual em nosso mundo real, fazendo assim o resultado mais palpável e fácil de percepção do sentimento.
“Um cliente chega a uma loja, se dirige a seção de carrinhos, pega um, e começa a circular por entre os corredores e procura nas gôndolas produtos do seu interesse e que estejam com a condição de promocionais. Vai colocando esses dentro do seu carrinho. Após verificar que já tem tudo que precisa, ele se dirige até o caixa mais próximo. Esse cliente em específico, um dia já efetuou uma compra neste estabelecimento num passado remoto. O caixa do estabelecimento cordialmente lhe transmite a mensagem de boas vindas, verifica todos os itens selecionados, o valor total dos produtos e antes de informar sobre as formas de pagamento, lhe solicita a informação se é a primeira compra ou é cliente da loja. O cliente responde que já comprou antes na loja, logo, o caixa atendente lhe solicita então seu email e senha. O cliente tenta em vão usar alguma senha que possa ter cadastrado na época da sua primeira compra, porém todas as tentativas são inválidas. Porém o caixa atendente prestativo, oferece uma forma de solucionar o problema, lhe comunica que pode efetuar a geração de uma nova senha. O cliente que já estava satisfeito por ter seu problema solucionado, deixou passar um simples detalhe, essa nova senha será remetida ao seu endereço de e-mail, ao qual o cliente no momento não tem acesso ou simplesmente não utiliza mais esse endereço de e-mail. O cliente argumenta que só deseja comprar os produtos e mesmo com o dinheiro em mãos referentes ao valor do total da compra ele não poderá comprar, simplesmente porque não sabe sua senha. Insatisfeito com a loja, ele simplesmente se dirige a outra loja ao lado, onde ele nunca efetuou uma compra e preenche os requisitos de cadastros, claro além de uma nova senha, que com certeza ele irá esquecer amanhã novamente, porém sempre haverá novas lojas ao lado para ele iniciar o processo de compra.”
Com essa pequena encenação mental esperamos ter mostrado quanto é desnecessário forçar seus clientes e se cadastrarem na loja virtual. É interessante que existe a forma de se criar um cadastro, porque a loja pode oferecer serviços especiais ou ainda promoções únicas para clientes cadastrados. Porém impedir a compra de produtos que só serão entregues após compensação do pagamento, é no mínimo falta de objetividade.
Hoje são muito comuns portais comparadores de preços, e são esses que muitas vezes despejam o cliente. Obrigar que os clientes preencham cadastros irá funcionar somente na primeira vez, porque muito provavelmente na próxima vez ele irá esquecer a senha e talvez até desistir da compra por conta desse empecilho, pois existente uma grande parcela da compras que são feitas por impulsos, é o que conta nesta venda é o momento.
Afinal de contas o propósito maior do comércio eletrônico é efetuar a venda para seus clientes, ou mais pura finalidade, é realizar negócios. Por isso a preferência deve ser por clientes e não por usuários. Porque são usuários que detém e-mail e senha, e cliente detém o hábito da compra. Oferecer na tela de “Início de Fechamento de Compra”, a opção de “Login”, “Cadastre-se” e obrigatoriamente a opção “Somente Comprar”, onde só serão exigidos os dados básicos e pertinentes a uma compra, sendo eles: Nome, Telefone (Facultativo), E-mail para contato e posicionamento do pedido, Endereço de Entrega, Dados da Forma de Pagamento. Com essas informações é possível efetuar as validações usuais e comuns para validar o pedido e efetuar a liberação. Mais uma você estará permitindo que o cliente decida o melhor caminho para ele realizar a sua compra.
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Fonte: Ecommercenews
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AÇÃO
GEROU RETORNO DE 2.5 MILHÕES DE CLIQUES EM 02 SEMANAS
A Gap saiu na frente mais uma vez e investiu na tecnologia chamada “geo-fencing”, que rastreia informações de localização via GPS do usuário, para enviar mensagens para o celular. Sua última campanha, em Nova York e Chicago, contou com a ajuda dessa tecnologia.
Todas as vezes que um consumidor cadastrado passava perto de um ônibus adesivado com a campanha ou entrava em estações de metrô que estampavam pôsteres da marca, seu celular recebia uma oferta e cupons de desconto, reforçando a mensagem impressa nos cartazes físicos.
Para Chris Gayton, diretor de mídia da Gap, essa campanha foi um exemplo de ciclo completo “ao motivar os consumidores a visitar a loja”. A marca pretende usar o geo-fencing mais vezes no futuro, já que os resultados da campanha foram promissores: gerou 2,5 milhões de cliques durante as duas semanas em que a campanha ficou ativa.
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Base de CEP dos Correios pode ser comprada pela internet
Com a nova plataforma de aquisição do banco de dados nacional, conhecida como e-DNE, os Correios passam a oferecer mais segurança e praticidade
O e-DNE (Diretório Nacional de Endereços) é um banco de dados que pode ser adquirido pela internet e contém mais de 900 mil CEPs em todo o Brasil. Ele é composto por informações sobre endereçamento (descrição de logradouros, bairros, municípios, vilas, povoados) e Códigos de Endereçamento Postal (CEP). 
O banco de dados do e-DNE contém o CEP de ruas, com população acima de 50 mil habitantes; de municípios, de unidades operacionais dos Correios e dos pontos de entrega que recebem uma quantidade significativa de objetos diariamente.
O público-alvo dessa nova plataforma são as empresas que utilizam o cadastro de endereços como incremento para seus negócios. A ferramenta é dividida em modalidades, como a Básica e a Máster, e apesar das inovações e facilidades, os preços ficaram mais baratos em relação ao modelo anterior de aquisição. Para adquirir a modalidade Básica pela loja virtual dos Correios, o cliente paga R$ 1.100, e pela Máster, R$ 2.500.
Características do produto
O e-DNE Básico e o Master possuem as mesmas características, e ambos são destinados às pessoas físicas ou jurídicas que trabalham com as aplicações: validação, higienização e duplicação de registros de cadastros de endereços; mineração de dados (datamining); localização geográfica (geomareting); atendimento call center e/ou telemarketing; acesso à internet ou intranet; gerenciamento de relação com clientes; Customer Relationship Management (CRM); captação de endereços e Enterprise Resource Panning (ERP). O que os diferencia é basicamente o formato do arquivo. 
Vantagens
Mediante a utilização correta dos dados de endereçamento é possível obter maior efetividade na distribuição das comunicações, e consequentemente proporcionar um aumento no retorno esperado pelas ações de marketing; a diminuição de cartas/malas-diretas devolvidas por problemas de endereçamento, e a redução de custos com envios de cartas/malas-diretas para endereços com dados inexistentes/incorretos. Além disso, a base com os endereços atualizados gera agilidade no cadastramento e validação de endereços, já que o e-DNE é compatível com sistemas de cadastros de endereços, mineração de dados, localização geográfica, ERP e atendimento de call centers.
No paralelo, a consulta à base de CEPs em todo o Brasil para a postagem de correspondências continua sendo oferecida de forma gratuita pelos Correios, por meio dos guias nas agências ou pelo Busca CEP, no site dos Correios. Já a plataforma pode ser adquirida pela loja virtual dos Correios.
E-Commerce cresce 26% para R$ 18,7 bilhões em 2011
O gasto médio por consumidor, ou tíquete médio, marcou 350 reais, abaixo dos 373 reais registrados em 2010. A redução do gasto médio é reflexo do maior número de consumidores da Classe C, que compram em sua maior parte produtos de baixo valor.
No total, mais de 32 milhões de consumidores compraram ao menos um vez este ano em sites de e-commerce. Destes, 9 milhões realizaram sua primeira compra pela internet, sendo mais da metade (61%) pertencentes à Classe C. O estudo não analisou sites de compras coletivas.Eletrônicos (15%) e  Informática (12%) foram as categorias com maior número de vendas em 2011, seguido por saúde, beleza e medicamentos (8%) e moda e acessórios, ambos com 7% do volume total.
“A categoria (de moda) era pouco procurada por causa da falta de padronagem e da necessidade dos consumidores em experimentar as peças antes da compra. Essas questões passaram a ser trabalhadas pelos varejistas e os resultados começaram a aparecer”, disse o diretor-geral da e-bit, Pedro Guasti.
O e-bit ainda prevê que o e-commerce cresça em 2012 no mesmo patamar de 2011, embora as instabilidades financeiras internacionais possam intervir de forma negativa na evolução deste comércio. Por outro lado, a redução na taxa básica de juros e incentivos governamentais, como redução de impostos podem ajudar a nivelar esse cenário.
Neste contexto, a expectativa é que o e-commerce movimente 23,4 bilhões de reais em 2012. Somente na primeira metade do ano, são esperados cerca de 10,4 bilhões de reais em vendas, o que representa 45% das vendas anual do setor.
“A base de usuários ainda está aumentando, então a tendência é que a taxa de crescimento leve cerca de 2 anos para se estabilizar em um índice 20% anual”, de acordo a diretora de negócios na e-bit, Cris Rother. “Também é esperada uma baixa no valor do gasto médio em 2012, passando para 340 reais”.
O documento ainda mostra que com mais de 20,49 milhões de pedidos o setor de compra coletiva registrou um faturamento de 1,6 bilhão de reais, enquanto o número de consumidores superou a marca de 10 milhões. “As mulheres são 64% das consumidoras da modalidade. A explicação está no fato de que muitos dos produtos e serviços oferecidos são atrativos ao universo feminino, além disso, a forte presença delas em redes sociais contribui para isso”, afirmou a diretora de negócios.
Por outro lado, as compras realizadas através de aparelhos portáteis (mobile commerce) ainda são tímidas no Brasil, representando menos de 1%. O valor é 4 pontos percentuais a menos que o verificado no Reino Unido, um dos mercados referência para este tipo de e-commerce. “Não existia nada há dois anos, hoje esse é um canal muito importante para comparação de preços. Os smartphones no Brasil ainda são pouco utilizados. Em 2014 ou 2015 prevemos que ao menos metade da população tenha um celular com acesso a internet e teremos um valor mais representativo das vendas a partir desses aparelhos”, afirmou.
Empresas que investem em marketing comportamental apresentam um melhor desempenho em vendas que aquelas que não o fazem, acrescenta Guasti. “A venda direcionada garante mais resultados para o comerciante. Com base em dados de navegação, ele pode oferecer o produto certo para o consumidor certo”, conta.
Entre fevereiro de 2011 a fevereiro de 2012 houve deflação de 9,75% no preços das mercadorias ofertadas por sites brasileiros de comércio eletrônico, segundo Índice FIPE Buscapé, que analisa mais de 1,3 milhão de produtos do setor.
A receita gerada pelo e-commerce no Brasil chegou a 18,7 bilhões de reais em 2011, o que representa um crescimento de 26% em relação ao no anterior, quando o setor movimentou 14,8 bilhões de reais, segundo um estudo apresentado pela e-bit.

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 Fonte: E-commerce News  
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Futuro da logística e transporte será destaque na Logistique 2012 
Governo cria incentivo fiscal para fomentar logística - Tocante
Logística do nordete necessita de desenvolvimento
TI em logística: segredo do sucesso REPORT

Logística : No E-commerce e sucesso para suas vendas. 
Os segredos do sucesso de uma loja virtual é contar com um sistema de logística eficiente e  de qualidade, que distribua os produtos de maneira eficiente e, consequentemente, proporcione credibilidade à marca e confiança ao e-consumidor. E, para garantir eficácia nos processos de logística do site, apontamos os principais cuidados a serem tomados:
Meio de entrega: Apesar do surgimento de diversas empresas de logística, a melhor aposta para entregar o produto ao consumidor são Os Correios, pois sua taxa de atraso é ínfima em relação às transportadoras em geral. Além disso, o consumidor pode rastrear todo o processo de envio da mercadoria através de um número de rastreamento fornecido pela empresa.
Envio do produto: Cuidado para não enviar o produto errado ou enviar fora do prazo. Em ambos os casos, é imprescindível se desculpar com o consumidor e desfazer o ocorrido. Vale até enviar um brinde como forma de compensar o equívoco.
Data de entrega: Informe ao consumidor a data de entrega, mas nunca prometa uma data que não possa ser cumprida. O ideal é surpreender o consumidor. Um exemplo é prometer a entrega em até sete dias e conseguir entregar bem antes. Mas atenção! Avise ao cliente sobre a entrega antecipada, pois ele estará programado para receber em outra data.
Uso de tecnologias: Investir em ferramentas tecnológicas que otimizem o processo de venda e minimizem os riscos de erro na entrega do produto é um diferencial importante. Uma dica é o uso de  soluções de ERP ou CRM que controlam o processo de saída de mercadorias e o histórico de compras do consumidor, além de identificarem seu perfil de consumo.
Logística reversa: Se o consumidor quiser devolver o produto, o site deverá estar preparado para atuar com a chamada logística reversa, ou seja, a reentrada de uma mercadoria no estoque. Vale lembrar que a devolução é um direito do cliente previsto no Código de Defesa do Consumidor, além do ressarcimento do valor, que deve ser imediato.
Para muitos consumidores que compram pela internet, ainda há insegurança com a logística, o receio de receber produtos danificados ou mesmo de pagar e não receber. Entretanto, se a empresa tiver um processo logístico bem estruturado, certamente, passará mais credibilidade ao e-consumidor.
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E-commerce : Chaves de Ouro para o Sucesso de um Comércio Eletrônico
 

Chave de Ouro “Foco”
Seja uma loja que crie um foco em uma parcela especifica de potenciais clientes, e faz dessa clientela algo para cativar, cuidar e principalmente conquistar. Ficará muito fácil e econômico apostar num público especifico. Esses possíveis consumidores já estarão mais propensos a experimentar a compra por se identificarem com os produtos ou serviços do comércio. Não precisamos atirar para todos os lados, escolhemos alvos certeiros e gastemos nossas munições com precisão aumentando as chances de acerto no final.

Chave de Ouro “Diferencial”
Seja uma loja diferente do trivial, devemos procurar meios de oferecer algo que vá além do mercado atual. Quando se deseja manter a frente ou ainda conquistar novos mercados, se faz necessário aplicar novas regras e metodologias desconhecidas, que sendo aprovadas serão utilizadas como benchmarks no futuro pelos concorrentes. Todos gostam de novidades e principalmente se estas lhe trouxerem experimentos positivos, com certeza serão lembrados no momento de uma nova escolha de compra.

Chave de Ouro “Agilidade”
Seja uma loja mais do ágil, ofereça processos acima das expectativas dos consumidores. Mostremos que a execução de todo os processos da venda é a alma do negócio e que para isso não será poupado nenhum recursos para concretizar as soluções de forma mais rápida. Devemos agir antes do esperado para mostrar aos nossos clientes que estão totalmente prontos para intervir em qualquer questão, seja ela positiva ou negativa.

Chave de Ouro “Transparência Total”
Seja uma loja que não tenha nada, absolutamente nada a esconder. Faça com que todas as informações pertinentes sejam claras para um bom entendimento e estejam dispostas de maneira para serem facilmente localizadas. O processo de confiança se torna maior quando consumidores conseguem sentir que tudo esta as claras e que não existem regras ocultas ou ainda mal explicadas.

Chave de Ouro “Negociar”
Por trás de qualquer loja existe sempre a figura do negociante. Todo o comércio se baseia neste elemento que irá conduzir toda a experiência de compra dos consumidores, por isso é tão importante criar o hábito de negociar. Toda negociação tem um ou mais objetivos de ambos os lados, se durante todos os processos, esses objetivos forem atendidos plenamente, ambas as partes ficaram satisfeitas e voltaram a fazer negocio novamente com certeza.